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sábado, 24 de setembro de 2011
Meios de Contrastes
Meios de Contrastes
Contraste Radio transparente e Radiopacos
Radiotransparente ou negativo é o ar deglutido cristais de CO2 e a bolha gástrica normalmente presente no estomago.
Radio opaco ou positivo: o mais comumente usado é Bário (BaSO).
O sulfato de Bário é uma substancia pulverizada semelhante a giz ele é misturado com água antes da ingestão pelo paciente.
Esse composto, que é um sal de bário, é relativamente inerte, graças a sua extrema insolubilidade em água e em outras soluções aquosas, tais como ácidos. Todos os outros sais de bário tendem a ser tóxicos ou venenosos para o sistema humano. Portanto, o sulfato de bário usado em departamentos de radiologia deve ser quimicamente puro.
Uma mistura de água e sulfato de Bário forma uma suspensão coloidal, não uma solução. Para uma solução as moléculas das substancias adicionadas a água deveriam na verdade se dissover na água. O fato de o Bário nunca se dissolver coloidal, entretanto (como o sulfato de bário e a água), as particulas suspensas na água tendem a se precipitar quando se deixa a mistura repousar por um período de tempo. (ou seja o sulfato de bário desce e a água sobe ficam separados)
OBS: Varias preparações especiais de sulfato de bário está disponível comercialmente a maior parte dessas preparações contem sulfato de bário apropriadamente associada em suspensão para que resista por um longo período antes do uso sem precipitar. Mesmo assim toda suspensão deve ser bem misturada, antes do uso.
Algumas marcas tem diferentes aromas e sabores: como chocolate, baunilha, limão, morango e lima.
O Bário pode ser preparado numa mistura relativamente rala ou densa. Essa mistura ocorre da seguinte forma: uma parte de bário para uma parte de água.
-Denso: o Bário denso contem 3 ou 4 partes de Bário (BaSO) para uma parte de água e tem a consistência de um sereal cozido. O Bário denso é mais difícil de engoli, porém é mais adequado para o estudo do essofago, porque desce lentamente e tende a aderir a mucosa esofagiana.
-Ralo: o baro ralo assume a consistência de um milkshake ralo, sendo usado no estudo de todo o trato gástrico intestinal.
OBS: Existe ainda outro contraste que é o iodado.
Contra- indicação ao Sulfato de Bário
A mistura é contra-indicada se há alguma chance da mistura passar (escapar) para a cavidade peritoneal (membrana que separa pâncreas e intestinal). Esse escape pode ocorrer em virtude de uma víscera perfurada ou durante a realização de uma cirurgia, em qualquer uma dessas condições, deve ser usado um contraste iodado solúvel em água.
Uma desvantagem dos contrates solúveis em água é o gosto amargo.
O cliente devera ser alertado á respeito do gosto do material a ser usado no procedimento.
Advertência
O contraste iodado não deve ser usado se o cliente e sensível ao iodo.
Deve também ser observado que um pequeno número de paciente é hipersensível ao sulfato de bário e seus aditivos. Embora essa seja uma ocorrência rara.
Duplo Contraste
A técnica de duplo contraste é amplamente empregada na busca diagnostica de certas condições e doenças, alguns centros realizam a esografia com duplo contraste, empregando meios radiopacos e radio transparentes. O seu desenvolvimento ocorreu no Japão onde há alta incidência de câncer gástrico.
O meio de contraste radiopaco é o sulfato de bário de alta densidade é usado para prover bom revestimento da mucosa gástrica.
O meio de contrste radiolucente é tanto o ar como o gás dióxido de Carbono. Para introduzir o ar , pequenos orifícios são feitos num canudo. Conforme o paciente bebe a mistura de bário o ar é puxado para o interior do corpo.
Eliminação Pós-Exame – Defecação
Uma das funções normais do intestino grosso e absorção de água. Qualquer mistura de sulfato de bário existente no intestino grosso após procedimento seriografico, pode se tornar endurecida ou solidificada e consequentimente dificultar a evacuação alguns pacientes pode requerer um laxante após o exame para ajudar a remover o bário, se os laxantes de liquidos ou de óleo mineral ate que as fezes fiquem livres de todos os traços do sulfato de bário.
Nomes de alguns exames que utilizam Contrastes
Fluoroscopia- para estudo do sistema gastrointestinal superior (através da fluoroscopia é permitido visualizar o canal alimentar em movimento)
Obs: são dois procedimentos radiográficos do Trato Gástrico intestinal superior envolvendo administração de meio de contraste são: esografia, e seriografia do trato gastrointestinal superior
Urografia- exame radiográfico do sistema urinário em geral, usando meios de contraste injetado intravenosamente.
Cistografia –exame radiológico não funcional da bexiga urinaria.uso de meio de contraste iodado via um cateter uretral.
Entre outros...
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quarta-feira, 20 de abril de 2011
Meios de Contrastes Iodados
texto abaixo tem como fonte uma publicação do Colégio Brasileiro de Radiologia/ CPAC e tem como objetivo orientar e informar os operadores de equipamentos médicos na área de radiodiagnóstico sobre o meio de contraste iodado, sem se esquecer que a responsabilidade e decisão de sua utilização compete exclusivamente ao médico responsável pelo setor de Diagnóstico por imagem.
Reações não idiossincráticas.
Quimiotoxidade
Toxicidade direta órgão – específica
Nefrotoxidade
Cardiotoxidade
Nefrotoxidade
São classificados conforme principais sintomas:
Reações adversas moderadas:
Reações adversas graves: Potencialmente apresentam risco de vida, com moderados ou graves sintomas associados à:
Reações adversas agudas: são aquelas que ocorrem no período que o paciente está em observação no serviço de radiologia. A grande maioria delas é imediata ou ocorre nos primeiros 5 a 20 minutos após a administração do agente.
DENSIDADE: (g/ml)
Nº de átomos de iodo por mililitro de solução;
VISCOSIDADE:
A força necessária para injetar a substância através de um cateter aumenta geometricamente com a concentração da solução e com o peso molecular;·A viscosidade é menor quanto maior for à temperatura (por isso que se deve aquecer gradativamente os meios de contraste não iônicos à temperatura corporal antes de sua administração).·Função definida pelo nº de partículas de uma solução por unidade de volume;·Via de administração: determina, em parte, a quantidade de substância que chegará ao órgão estudado;·Dose de contraste;·Velocidade de injeção;·Calibre do cateter: em função da viscosidade da solução utilizada;·Temperatura da substância: principalmente no uso de contrastes não iônicos (interfere na sua viscosidade);·Retardo e tempo de scan: maximizar o estudo da fase arterial venosa.·Identificar os fatores de risco e benefício potencial de seu uso;·Avaliar as alternativas de métodos de imagem que possam oferecer o mesmo diagnóstico ou ainda sejam superiores;·Certificar-se da indicação precisa do meio de contraste;·Estabelecer procedimentos de informação do paciente;·Ter previamente determinada a política no caso de complicações.· Efeitos tóxicos diretos:· Reações vasomotoras:· Leve: geralmente não requer tratamento medicamentoso (autolimitada), sendo necessária apenas observação.· Moderada: clinicamente mais evidente do que a reação leve requer observação cuidadosa e freqüentemente tratamento medicamentoso.· Severa (grave): necessita atendimento imediato, pois apresenta maior morbiletalidade, e requer hospitalização. Pode ter como pródrome reações leves/ moderadas.· Fatais: As causas mais comuns de óbitos incluem colapso cardiorespiratório, edema pulmonar, coma, broncoespasmo intratável e obstrução da via aérea (edema de glote).
Náusea/vômito Alteração do paladar Sudorese/leve palidez Calor Prurido Exantema Cefaléia discreta Rubor Congestão nasal Tontura Calafrios Espirros Ansiedade Tremores Inchaços em olhos e boca
Vômitos intensos Laringoespasmo Dor tórax e abdome Edema facial Rigidez Urticária intensa Hipertensão Dispnéia – sibilos Broncoespasmo Hipotensão Cefaléia intensa Mudança na freqüência Cardíaca
Inconsciência Arritmias com repercussão clínica Convulsão Parada cardiorespiratória Edema agudo de pulmão Colapso vascular severo ·
não iônicos diméricos tem maior viscosidade que não iônicos monoméricos;
OSMOLALIDADE:
Os contrastes iônicos têm maior osmolalidade do que os não iônicos porque dissociam cátions e ânions na solução.
A eficácia de um meio de contraste depende não apenas das propriedades farmacológicas de sua molécula, mas principalmente de sua capacidade de atenuação de Raios-X. A atenuação dos Raios-X por um agente de contraste depende da concentração de iodo, da distância percorrida, pelo fóton de Raios-X através da solução iodada e ainda da energia do fóton. Quanto maior a concentração de iodo na solução, maior será sua capacidade de atenuar Raios-X.
O uso de contraste iodado não iônico é mais freqüente utilizado por sua segurança e maior tolerabilidade pelo paciente do que por um significante aumento da eficácia, porém são de um custo mais elevado. O contraste não iônico é bastante utilizado em crianças e idosos por oferecer uma maior segurança ao paciente.
As reações alérgicas aos meios de contraste, apesar de pouco freqüentes (Uma em 400.000 casos) são inevitáveis, podendo variar em severidade, e podendo ocorrer após uma única administração ou após múltiplas.
Reações idiossincráticas (anafilactóides), Reações não idiossincráticas.
Osmotoxidade
Quimiotoxidade
Toxicidade direta órgão – específica
Nefrotoxidade
Cardiotoxidade
Nefrotoxidade
Reações combinadas
São classificados conforme principais sintomas:
Reações adversas leves:
Reações adversas moderadas:
Reações adversas graves: Potencialmente apresentam risco de vida, com moderados ou graves sintomas associados à:
·
·
Reações tardias: ocorrem após o paciente deixar o serviço de radiologia, de modo que sintomas e sinais variados podem se manifestar, tais como trombose venosa e necrose de pele, quadro clínico semelhante ao resfriado comum por iodo ou mesmo problemas cardíacos como insuficiência e arritmias.· Efeitos na viscosidade sanguínea,· Efeitos na coagulação;· Efeitos na função cardiovascular;· Efeito na função pulmonar;· Efeito na função renal;· Efeito na função hepática;· Efeito na função tiroideana;· Efeito na parede dos vasos;· Efeito nos testes de laboratório. Estima-se que algum tipo de reação adversa ocorra em 5 –12 % os pacientes que utilizam contraste iônico hiperosmolar, a grande maioria delas sendo de baixo risco (leve/moderada) e que não necessitam tratamento específico. Apenas 3,1% dos pacientes que utilizam contraste não iônico apresentam algum tipo de reação adversa.
Reações fatais podem também ocorrer na administração de agentes não iônicos, mesmo em pacientes que já receberam contrastes previamente sem qualquer sintoma de reação adversa.
QUANTO AO TEMPO DECORRIDO APÓS A ADMINISTRAÇÃO
ALTERAÇÕES FUNCIONAIS INFLUENCIADAS PELOS AGENTES DE CONTRASTE IODADOS NOS ÓRGÃOS E NAS ESTRUTURAS VASCULARES
QUANTO AO GRAU DE SEVERIDADE
CLASSIFICAÇÃO ETIOLÓGICA DAS REAÇÕES ADVERSAS AOS MEIOS DE CONTRASTES
CLASSIFICAÇÃO E INCIDÊNCIA DAS REAÇÕES ALÉRGICAS
CUIDADOS ANTES DA INJEÇÃO DE CONTRASTE
EFICÁCIA DOS MEIOS DE CONTRASTES
CONDIÇÕES QUE INFLUENCIAM NA QUALIDADE DO EXAME
Os meios de contraste iodados são substâncias radiodensas capazes de melhorar a especificidade das imagens obtidas em exames radiológicos, pois permitem a diferenciação de estruturas e patologias vascularizadas das demais.
ASPECTOS GERAIS
A estrutura básica dos meios de contraste iodados é formada por um anel benzênico ao qual foram agregados átomos de iodo e grupamentos complementares, onde estão ácidos e substitutos orgânicos, que influenciam diretamente na sua toxicidade e excreção.
Na molécula, o grupo ácido (H+) é substituído por um cátion (Na+ ou meglumina), dando origem aos meios de contrastes ditos "iônicos", ou por aminas portadoras de grupos hidroxilas denominando-se, neste caso, "não iônico".
Todos os meios de contraste iodados utilizados regularmente são muito hidrofílicos, tem baixa lipossolubilidade, peso molecular inferior que 2000 e pouca afinidade de ligação com proteínas e receptores de membranas. Distribui-se no espaço extracelular, sem ação farmacológica significativa.
Os meios de contraste podem ser encontrados em apresentações para uso endovenoso, intratecal, oral ou retal.
Os contrastes iodados não iônicos (baixa osmolalidade) apresentam vantagem em relação à segurança sobre os agentes iônicos, e são de um custo mais elevado. Os contrastes iodados hidrossolúveis não iônicos para uso intratecal são preferíveis aos contrastes de base oleosa (iodenidilato) e agentes não iônicos (metrizamina) usados em estudos mielográficos. As vantagens dos agentes não iônicos são a melhor evidenciação de estruturas como: raízes e bainhas nervosas na TC. A desvantagem dos agentes não iônicos par uso intratecal durante reabsorção pelo sistema nervoso, podem provocar alterações nas condições mentais, náuseas, vômitos, e raramente convulsões. Estes efeitos podem ser minimizados pela hidratação do paciente.
PROPRIEDADES RELACIONADAS A SEGURANÇA E EFICÁCIA DOS MEIOS DE CONTRASTE
DENSIDADE: (g/ml)
Nº de átomos de iodo por mililitro de solução;
VISCOSIDADE:
MEIOS DE CONTRASTE IODADO
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